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Revista nº 32 – Fevereiro/2023

5 thoughts on “Revista nº 32 – Fevereiro/2023

  • Cris Senna

    Gostei muito deste formato da revista. Além dos excelentes artigos, a visualização ficou mais bonita. Parabéns!

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  • Dra. Miriam Naifeld

    Que pena que um artigo tratando de um tema tão importante, a violência contra a mulher, teve que começar,na primeira frase, colocando política no meio! E ainda defendendo o sistema jurídico de Israel! O mesmo sistema que deu pena MÍNIMA a um árabe que estuprou uma menina judia de 10 anos no quarto onde ela dormia, tendo invadido sua casa! E por que? Porque” ele veio de uma boa família “.
    E a falha de citar o lado contrário, ou seja, que na sociedade haredi tem-se zero casos de mortes de mulheres por violência. Será que não vale a pena perguntar por que?
    Dra. Miriam Naifeld

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    • Clara Wainman

      Porque os haredis não podem contar é tudo proibido, uma lástima

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  • lucia barnea

    Prezada leitora,
    Agradecemos a leitura atenta, bem como os comentários tecidos em resposta a nosso artigo sobre violência de gênero na sociedade israelense. 1. Com relação à citação do membro da Kenesset atual, no primeiro parágrafo – diga-se de passagem sem a menção do autor e de seu partido político -, nosso intuito foi traçar um paralelo entre o discurso agressivo e ameaçador do político com a violência verbal expressa do cônjuge quando afastado pela justiça. As palavras são praticamente as mesmas, mudam as circunstâncias. Nossos políticos devem ser um exemplo de comportamento para a população – para o bem e para o mal -, a sociedade não raras vezes espelha o comportamento de nossos líderes políticos, esses legitimam seu comportamento! 2. Quanto a sua segunda observação, referente à ausência de casos de violência ou de feminicídio na sociedade judia ortodoxa, infelizmente ela não reflete a realidade. O índice de queixas apresentadas à polícia por parte de mulheres harediot não necessariamente reflete a ausência de violência doméstica e sim se explica pelo pacto de silêncio vigente no seio dessas comunidades: as vítimas não raras vezes preferem acatar o veredito das cortes rabínicas (que não raras vezes não reputam a violência doméstica ser motivo para o marido conceder o guet/divórcio), pois temem a perda da guarda dos filhos, à intervenção do Estado, o que poderia eventualmente trazer a público o problema doméstico e eventualmente comprometer a sorte de futuros shiduchim/ casamentos arranjados da família em questão. No que diz respeito aos casos de feminicídio, nem sempre são noticiadas as comunidades a que pertencem as vítimas, por respeito à privacidade das mesmas – mas apenas sua religião. Obs.: o Governo de Israel usa como referência para suas ações de combate à violência de gênero no seio das comunidades ortodoxas o relatório realizado pela ONG Nivharot (N.A. Escolhidas, Eleitas), dirigida e composta por mulheres feministas ortodoxas. Recomendamos a leitura do relatório abaixo, em hebraico, datado de 21/3/2022:
    https://fs.knesset.gov.il/24/Committees/24_cs_bg_622822.pdf

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    • lucia barnea

      Correcao: Nossos políticos sao um exemplo de comportamento para a população – para o bem e para o mal…

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