Memorial ao 11 de setembro em Jerusalém: o único fora dos EUA

Você lembra onde estava dia 11 de setembro de 2001?

Neste dia, o grupo terrorista fundado por Osama bin Laden sequestrou e lançou dois aviões contra as Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova Iorque e um contra o Pentágono, em Washington.

O ataque fez desabar as duas torres de 110 andares cada, e deixou um total de 2.976 mortos, entre eles cinco israelenses e mais de 6000 feridos. O ataque ao Pentágono matou 125 funcionários que estavam no prédio e as 64 pessoas a bordo da aeronave.

Ninguém esquece essas imagens do 11 de setembro: aviões entrando nas torres, fumaça e poeira por toda parte, o olhar atônito das pessoas nas calçadas e o desabamento das torres.

Em 2009, foi inaugurado em Jerusalém, no Vale do Arazim, em Ramot, o único memorial do 11 de setembro fora dos Estados Unidos em homenagem às vítimas dos ataques.

O monumento, feito de granito, bronze e alumínio, projetado pelo artista Eliezer Weishoff tem a forma de uma bandeira americana de cerca de 30 metros de altura que se eleva em forma de chama para lembrar às pessoas os incêndios causados ​​pelo impacto dos aviões nas torres. Na base do monumento está uma espécie de vitrine que contém restos de metal recuperados do local das Torres Gêmeas.

Os nomes das vítimas, incluindo cinco cidadãos israelenses, estão embutidos na placa de metal e colocados na parede circular. O monumento está estrategicamente localizado dentro da visão do cemitério principal de Jerusalém, Har HaMenuchot.

Todos os anos, uma cerimônia é realizada para lembrar os ataques de 11 de setembro. É um lugar comovente que poucas pessoas conhecem.

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