Jordânia quer encerrar acordo de paz com Israel

O parlamento jordaniano propôs que o governo local revisasse o acordo de paz assinado com Israel.

O parlamento também recomendou expulsar o embaixador de Israel do país, chamar de volta o embaixador da Jordânia em Israel e examinar o tratado de paz assinado entre os países.

As propostas dos legisladores jordanianos vêm depois dos recentes confrontos no Monte do Templo em Jerusalém durante a celebração de Tishá Beav, data judaica que lembra a destruição do Templo, quando o governo israelense permitiu que centenas de judeus entrassem no Monte do Templo, provocando confrontos entre a polícia israelense e muçulmanos.

O governo jordaniano criticou duramente o ministro da Segurança Interna de Israel, Gilad Erdan, após este declarar que é hora de os judeus poderem orar no Monte do Templo em Jerusalém e que o atual status quo é uma injustiça.

Após essas declarações, o Ministério das Relações Exteriores da Jordânia chamou o embaixador israelense em Amã, Amir Weisbrod, para enfatizar que a Jordânia condena a atividade israelense no Monte do Templo e exige que Israel cesse imediatamente “violações do direito internacional”.

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