Ministério da Saúde pede que se evitem viagens à China

O Ministério da Saúde de Israel divulgou um comunicado no domingo pedindo aos seus cidadãos que evitem viagens desnecessárias à China. A recomendação inicial era que a restrição se referia somente à cidade de Wuhan, mas agora estendeu-se a toda a China. O mundo todo está preocupado com a nova geração do coronavírus, que pode provocar pneumonia. Ele surgiu na China, na virada do ano. Causou mortes e em poucos dias chegou ao Ocidente.

O Ministério enfatizou que os turistas que estão retornando da China e que não desenvolvem sintomas que possam ser atribuídos à doença não precisam ser examinados. No entanto, pediu aos cidadãos israelenses que entrem em contato com seu médico ou pronto-socorro o mais rápido possível em caso de febre ou tosse que ainda ocorra dentro de duas semanas de uma viagem que tenham feito à China.

Para as pessoas que se encontram em uma situação desse tipo, é indicado evitar o transporte público e cobrir a boca e o nariz até serem examinadas para descartar qualquer contágio do novo tipo de coronavírus.

Tanto os sintomas quanto o histórico de viagens à China devem ser relatados imediatamente na recepção do hospital.

O Ministério da Saúde de Israel também deixou claro que não deve haver preocupação por parte dos cidadãos israelenses que os pacotes encomendados da China possam conter o coronavírus.

Até agora, o novo tipo de coronavírus infectou mais de 2.700 pessoas em todo o mundo e deixou 80 pessoas mortas. Mais de 2000 pessoas infectadas estão registradas na China, especialmente na província de Hubei.

O ministro da Saúde da China, Ma Xiaowei, anunciou neste domingo que a capacidade de infectar o coronavírus parece se fortalecer, e estimam em Pequim que o número de pessoas afetadas continuará a crescer.

Fonte: ©EnlaceJudío

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