O que convenceu a Pfizer a vacinar a população de Israel

O CEO da Pfizer cogitou escolher outro pequeno país europeu, mas o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu um argumento vencedor: “Temos uma população de 100 países – se houver uma reação negativa à vacina, será possível saber se há é uma conexão com a origem”.

De acordo com a publicação do Israel Hayom, durante as conversas telefônicas que Netanyahu manteve com o CEO da Pfizer, também participou o embaixador de Israel nos EUA, Ron Drummer.

Nessas conversas, eles deram uma série de razões principais pelas quais Israel é o mais adequado para vacinar toda a população antes do resto do mundo. Netanyahu e Drummer observaram que Israel tem um sistema de informação computadorizado com o histórico médico de todos os cidadãos há 30 anos. Os dois elogiaram especialmente a eficácia dos fundos de saúde em Israel, que podem realizar a operação de vacinação rapidamente.

Além disso, o tamanho de Israel convinha à Pfizer, que estava procurando um “país de laboratório” para os países do mundo, mas ele acrescentou que esses dois critérios também incluíam a Estônia – um país pequeno com um bom sistema médico e dados médicos informatizados da população.

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Neste ponto, Netanyahu e Drummer apresentaram dois argumentos que penderam a balança: 1. Israel é muito experiente em emergências, então será capaz de responder bem e rapidamente se a campanha de vacinação encontrasse dificuldades. 2. Diversificação da população em Israel. Netanyahu disse a Burla: “Você tem uma população aqui de 100 países diferentes ao redor do mundo. No caso de qualquer reação adversa à vacina, haverá informações médicas extensas e precisas sobre a conexão, como pode ser, entre a origem e os efeitos da vacina”.

Segundo a publicação, o último argumento convenceu Burla a recomendar Israel à diretoria da Pfizer, como o primeiro país a ser vacinado. Além disso, Burla ficou impressionado com a seriedade com que Netanyahu promoveu a compra de vacinas.

Fontes israelenses enfatizaram que o acordo com a Pfizer não incluiu a divulgação de informações médicas privadas dos vacinados, mas apenas dados gerais sobre relações e efeitos entre a vacina e outras características.

Fonte: Kipa

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