Salvador e Jerusalém debatem acordo de cidades-irmãs

Em Israel, a vereadora de Salvador, Lorena Brandão (PSC), esteve essa semana em reunião com o prefeito de Jerusalém, Moshe Leon, tendo na pauta um acordo de cidades-irmãs entre a capital baiana e a da Terra Santa.

O encontro foi intermediado pela organização Juventude Judaica Organizada (JJO), por meio do seu presidente Persio Bider.

De acordo com ela, foi dado mais um passo para que Jerusalém também reconheça a primeira capital do Brasil como irmã, como Salvador já fez, quando o prefeito da capital bahiana, ACM Neto, sancionou a lei que transforma a cidade e Jerusalém, capital de Israel, em cidades irmãs. O ato foi publicado na edição de 21/10/2019 do Diário Oficial do Município.

“Viemos à Israel com este objetivo, com o único intuito de tratar sobre este acordo entre cidades-irmãs já sancionado pelo prefeito ACM Neto, mas também precisamos que a outra parte, no caso Jerusalém, reconheça. Demos mais um passo importante. O prefeito Moshe Leon nos atendeu e agora vamos seguir os trâmites para que logo a Terra Santa também nos reconheça como irmãos”, declarou a vereadora.

O reconhecimento de cidades-irmãs prevê que as mesmas firmem acordos, convênios e programas de cooperação técnica, cientifica, artística, cultural, social e turística. Lorena, que é bispa do Ministério Batista Internacional Caminho das Árvores, já tinha entregado no início deste ano o Título de Cidadão de Salvador ao embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley.

Um comentário em “Salvador e Jerusalém debatem acordo de cidades-irmãs

  • 10 de novembro de 2019 em 03:01
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    Qualquer apoio do governo brasileiro ao atual de governo de israel significa que o país apoia o massacre do povo palestino, limpeza étnica de israel na Palestina e as sucessivas violações do dtos humanos que sofre há decadas o povo palestino . o Brasil e qualquer outro país do mundo tem que se manter distante desse israel terrorista e criminoso que está massacrando povo palestino há décadas, confiscando as terras dos palestinos, destruindo prédios, bombardeando escolas e hospitais como no massacre de Gaza de 2014, o povo brasileiro nao compactua com os crimes de israel , assassinatos de um povo indefeso . o Brasil nao pode ser cumplíce de genocídio.

    Existem mais de cem resoluções da ONU que condenam o governo de israel, como por exemplo:
    29 de novembro 1947- Resolução 181 (Assembleia Geral).- Determina a criação de dois Estados, um judeu e um árabe-palestino, no antigo protetorado britânico da Palestina, com Jerusalém sob mandato internacional.

    11 de dezembro 1948.- Resolução 194 (Assembleia Geral).- Estabelece que os refugiados têm direito a retornar a suas casas, agora em território de Israel, ou a receber uma indenização caso não desejarem voltar.

    Resolução #242 (Nov. 22, 1967) Retirar incondicionalmente suas forças armadas dos territórios ocupados na guerra de 1967 (Cisjordânia incluindo Jerusalém e Gaza) ;

    Resolução 2334 do Conselho de Segurança das Nações Unidas foi aprovada em 2312/2016. A resolução determinou pelo fim dos assentamentos israelenses, comunidades construídas por Israel em terras capturadas em 1967, na Guerra dos Seis Dias.[1] A resolução reputou os assentamentos como “uma violação flagrante do direito internacional.”[2][3] A passagem da resolução foi “recebida com aplausos na câmara lotada”.[1]
    Israel é uma entidade que foi criada em cima da Palestina histórica que era habitada há séculos por um povo nativo. Além disso, israel não respeita o direito internacional pelas sucessivas resoluções da ONU que nunca foram cumpridas.

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