Startup quer acabar com as embalagens plásticas

Em vez de produzir bandejas de plástico e alumínio de uso único, o produto de embalagem “SupraPulp” patenteado pela W-Cycle é baseado na polpa de cana de açúcar, conhecida como bagaço

Os plásticos estão por toda parte. Frequentemente descrito como o material do século XXI, o plástico é encontrado em roupas de poliéster, em móveis de jardim e em recipientes para alimentos e material de limpeza.

Estima-se que 360 milhões de toneladas de plástico foram produzidas em todo o mundo em 2018, e o consumo global continua a crescer rapidamente. A grande maioria, mais de 90%, acaba no depósito de lixo ou no ambiente natural, que levarão mais de 400 anos para se decompor em nossos oceanos e até surpreendentes 1.000 anos em aterros sanitários.

Combinando décadas de experiência nas indústrias de embalagens e alta tecnologia, os empresários israelenses Joseph Siani e Lior Itai decidiram unir forças e enfrentar o desafio de produzir uma alternativa aos plásticos.

Juntos, eles fundaram a W-Cycle, uma startup que desenvolve soluções de embalagens compostáveis para lidar com as massas plásticas C-PET usadas na grande indústria de embalagens de alimentos preparados.

“O SupraPulp é feito de materiais 100% naturais e não emite toxinas ou metais pesados”, afirmou Itai. “É o mesmo que uma folha de bananeira, no sentido de que é completamente natural e 100% compostável”.

Foto: W-CYCLE

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