Correio de Israel será privatizado

A reforma dos serviços postais, liderada pelo ministro das Comunicações, Yoaz Handel, foi aprovada em segunda e terceira leituras, hoje na Knesset.

Segundo o Ministro, “a emenda aprovada hoje na Knesset é uma grande mensagem para os cidadãos de Israel e para toda a economia. Estamos removendo restrições desnecessárias dos correios e criaremos mecanismos de incentivo eficazes para mudar para serviços postais eficientes e inovadores. Gostaria de agradecer à parceria e ao atendimento dedicado e profissional”.

O Diretor Geral do Ministério das Comunicações, Liran Avishar Ben-Horin enfatizou que “hoje aprovamos uma reforma histórica que nos leva um passo adiante para melhorar significativamente o serviço que recebemos. Estamos abrindo o mercado de cartas à concorrência, liberando a empresa postal dos grilhões regulatórios, por um lado, e expandindo as ferramentas de fiscalização, por outro”.

“A concorrência que a reforma do mercado postal trará junto com a privatização da empresa postal fornecerá uma solução completa para os desafios de hoje e permitirá que o público israelense receba serviços postais excelentes e avançados”.

LEIA TAMBÉM

Com base na emenda à lei, uma série de mudanças estruturais será feita:

A abertura do mercado do correio à plena concorrência permitirá aos titulares de licenças de distribuição de correio entrar num ramo de atividade que até agora era exclusivamente da empresa postal.

Flexibilidade administrativa para a Companhia de Correios de Israel (Doar Israel), o que aumentará sua liberdade de ação para desenvolver novos negócios e expandir seus serviços.

Será dada flexibilidade tarifária à empresa postal, o que aumentará a concorrência, fixando preços mínimos e máximos que garantirão preços justos ao público.

Reforçar o poder de supervisão e fiscalização sobre o mercado postal.

A reforma incluirá a melhoria do atendimento ao público, ao mesmo tempo em que tornará os serviços acessíveis por meio de canais inovadores diretos e online a todos os interessados.

Fonte: Ministério das Comunicações
Foto: Rakoon, CC0 (Wikimedia Commons)