Israel envia ajuda humanitária a China

A organização humanitária israelense IsraAID está enviando suprimentos médicos e equipamentos de proteção para a China para ajudar a controlar o surto de uma nova cepa de coronavírus que até agora já infectou mais de 17.000 pessoas em pelo menos 23 países e que já matou centenas de pessoas na China.

Segundo o IsraAID a remessa será enviada diretamente ao Ministério da Saúde da China, que enfrenta uma severa escassez de suprimentos médicos e equipamentos de proteção, principalmente na cidade de Wuhan, epicentro do surto, e arredores. A cidade e grande parte da província de Hubei, em que está localizada, foram bloqueadas pelas autoridades chinesas em um esforço para conter a propagação.

O IsraAID disse que continuará monitorando a situação e poderá lançar uma resposta secundária que inclui saúde mental e apoio psicossocial para trabalhadores humanitários e socorristas que trabalham na área.

Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde declarou o surto como uma emergência de saúde pública de interesse internacional, e alguns países, incluindo Israel, restringiram as viagens de e para a China e a entrada para cidadãos estrangeiros que recentemente viajaram para o país.

Embora o número de mortes pelo coronavírus esteja aumentando, também há recuperações após o tratamento.  O New York Times informou que houve 475 recuperações até agora, citando a Comissão de Saúde da China.

Netanyahu elogiou o governo chinês por seus esforços para conter a propagação do vírus, mas disse que “sua chegada é inevitável”.  Destacou que as agências envolvidas estavam definindo procedimentos para isolar os infectados e tratá-los. Também disse que instruiu o Ministério da Saúde e o Instituto Israelense de Pesquisa Biológica, um instituto de pesquisa do governo especializado em biologia, química e ciências ambientais, a trabalhar na produção de uma vacina contra o vírus.

“Se trabalharmos rápido o suficiente, com o orçamento certo e as pessoas talentosas que temos, o Estado de Israel estará à frente do mundo”, afirmou ele em comunicado à imprensa.

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