Novas medidas para controlar a pandemia

Devido ao aumento no número de casos confirmados de coronavírus, o governo anunciou novas medidas de isolamento. As medidas devem ser aprovadas rapidamente pela Knesset e são essencialmente um retorno a algumas das restrições que estavam em vigor durante a primeira onda da pandemia de coronavírus.

O número de pessoas em restaurantes agora será limitado a 20 em ambientes fechados e 30 em ambientes externos. Academias e piscinas permanecerão fechadas. A frequência às casas de orações será limitada a 19 pessoas e o número de passageiros em ônibus não deve exceder 20. Os acampamentos de verão (keitanot) também serão cancelados.

Segundo o Ministério da Saúde 4,6% dos exames testaram positivos em comparação com 2,5% no mês passado.

O novo esforço para conter a segunda onda da pandemia, surgiu em meio à preocupação de que os hospitais não possam lidar com o crescente número de pacientes.

O ministro das Finanças, Israel Katz, disse que as restrições deste momento visam evitar outro bloqueio nacional.

O ministro da Saúde, Yuli Edelstein, criticou duramente o público por sua disciplina negligente. Ele alertou que, a menos que o governo tome medidas significativas e o público siga as diretrizes de distanciamento social, o governo não terá escolha a não ser impor um segundo bloqueio nacional.

A professora Galia Rahav, chefe da Unidade de Doenças Infecciosas do Centro Médico Sheba, disse que observar o distanciamento social é a única maneira de evitar um fechamento econômico em grande escala.

Na manhã de segunda-feira, dezenas de milhares de israelenses receberam mensagens de texto informando que foram expostos a pacientes com COVID-19 e ordenando que se auto-isolassem. As mensagens de texto, enviadas pelo Ministério da Saúde, informam a hora e o local exato em que ocorreu o contato próximo com uma pessoa portadora da doença.

Segundo o Canal 12, muitas pessoas se recusaram a atender às ordens de quarentena, algo que as autoridades de saúde disseram ser “totalmente inaceitável”, pois “coloca em risco o público”.

De acordo com a diretiva de emergência aprovada pelo governo, a violação da quarentena será punida com uma multa de 5.000 shekels (US$ 1.450) e potencialmente até seis meses na prisão.

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