Startup israelense ajuda a salvar a Amazônia

A startup israelense VeganNation anunciou que adquiriu mais de 6.000 hectares de floresta amazônica no Brasil por um período de dez anos para proteger a terra do desmatamento e da caça furtiva. A bacia amazônica abrange uma área de 7 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 5 milhões são cobertos por florestas tropicais. A VeganNation, que construiu uma plataforma global de comércio eletrônico e uma rede social para veganos em todo o mundo com sua própria moeda digital, entregaria a terra a grupos de preservação e organizações ativistas para protegê-la.

“A floresta amazônica pode estar localizada no Brasil, mas sua destruição afeta a todos nós, já que a mudança climática é um resultado direto da atividade humana, e está em nossas mãos combatê-la”, disse Isaac Thomas, CEO e cofundador da VeganNation.

A startup também anunciou parcerias com quatro times de futebol locais (Remo, Paysandu, Nacional e Iranduba) de cidades próximas à entrada da floresta, para aumentar a conscientização ambiental. A VeganNation já é a principal patrocinadora das equipes, três masculinas e uma feminina, e revelou que quatro outras equipes nacionais de primeiro nível estão prontas para assinar a parceria.

A VeganNation entende que a promoção do veganismo é um passo importante no combate à crise do aquecimento global e é fundamental para aumentar a conscientização por meio de projetos ambientais locais entre a comunidade brasileira. A ONG levantou US$ 10 milhões em fundos de investidores privados.

O trabalho da VeganNation no mundo do esporte é de vital importância e a startup está trabalhando para trazer “um dos três melhores jogadores de futebol do mundo como embaixador da sustentabilidade”.

3 thoughts on “Startup israelense ajuda a salvar a Amazônia

  • 17 de setembro de 2019 em 14:28
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    Respeito Israel e seu povo, mas não aceito esse modelo de gestão a Amazônia é nossa, desconfio de qualquer entidade que queira estar por algum motivo nobre em nosso território. Já tem gente demais lá, por quê não fazem esse tipo de acordo do Nordeste, lá estão precisando de ajuda.
    Novamente digo, DESCONFIO DE QUALQUER PAÍS POR TRÁS DE UM ACORDO DESSE TIPO!

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  • 17 de setembro de 2019 em 14:45
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    Parabéns pela iniciativa. Quero sugerir que, além do futebol, usem tradições musical e culinária também como catalisadores do plano. Área musical tem forte alcance, especialmente nas crianças!

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  • 17 de setembro de 2019 em 14:46
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    Quero sugerir que, além do futebol, usem tradições musical e culinária também como catalisadores do plano. Área musical tem forte alcance, especialmente nas crianças!

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