Aeroporto Ben Gurion fechado até 21 de fevereiro

O governo anunciou, na sexta-feira, que o aeroporto Ben Gurion permanecerá fechado até pelo menos 21 de fevereiro, numa tentativa de impedir a entrada de novas variantes do coronavírus que contribuíram para o aumento mais recente e implacável do número de casos.

Um comitê especial decidirá sobre as exceções para israelenses e estrangeiros em circunstâncias especiais. Cidadãos israelenses que deixaram o país antes de 25 de janeiro e ficaram presos no exterior devido ao fechamento do aeroporto poderão retornar ao país a partir de domingo e serão imediatamente transferidos para hotéis de quarentena. Lá permanecerão por duas semanas ou dez dias se o forem realizados dois testes com resultado negativo neste período.

Os pedidos para o comitê devem ser feitos online por um formulário da web disponível nos sites dos ministérios das Relações Exteriores, Saúde e Imigração, bem como no site do Gabinete do Primeiro-Ministro. Os formulários precisam ser acompanhados de documentação de apoio.

O comitê é composto por representantes de cada um desses ministérios, bem como membros dos ministérios da Diáspora e do Turismo.

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As seguintes pessoas podem receber autorizações para deixar Israel, de acordo com informação do Gabinete do Primeiro-Ministro e o Ministério dos Transportes:

1 – Pessoas que precisam de tratamento médico essencial que não pode ser adiado, podendo ser acompanhada por uma pessoa de apoio.

2 – Aqueles que precisam comparecer a um funeral de um parente de primeiro grau

3 – Aqueles que necessitam ajudar parentes de primeiro grau que estão em perigo e não têm ninguém local para ajudá-los.

4 – Pessoas que precisam participar de um processo legal do qual sejam parte.

5 – Pessoal em missões humanitárias

6 – Os que viajam em missão patrocinada pelo Estado, como para fins de relações exteriores, conforme aprovado pelo Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Defesa ou PMO

7 – Pessoas que estejam saindo por um longo período de tempo para residir permanentemente em outro lugar.

8 – Atletas profissionais e seus treinadores para participar de uma competição.

9 – Cidadãos não israelenses e pessoas que não são residentes permanentes.

Da mesma forma, não haverá entrada no país, a menos que a comissão de exceções aprove. As seguintes razões para entrar em Israel podem ser apresentadas por cidadãos israelenses:

1 – Pessoas que precisam de tratamento médico essencial que não pode ser adiado, podendo ser acompanhada por uma pessoa de apoio.

2 – Aqueles que precisam comparecer a um funeral de um parente de primeiro grau

3 – Aqueles que necessitam ajudar parentes de primeiro grau que estão em perigo e não têm ninguém local para ajudá-los.

4 – Pessoas que precisam participar de um processo legal do qual sejam parte.

5 – Pessoal em missões humanitárias

6 – Os que viajam em missão patrocinada pelo Estado, como para fins de relações exteriores, conforme aprovado pelo Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Defesa ou PMO

7 – Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem entrar em Israel para dar à luz.

8 – Cidadãos que deixaram Israel antes do fechamento do aeroporto podem retornar.

Cidadãos não israelenses ou que não sejam residentes permanentes também podem obter permissão para entrar no país. São isenções aprovadas:

1 – Pessoas em missão humanitária.

2 – Atletas profissionais com a finalidade de participar de uma competição.

3 – Imigrantes, se sua aliá não puder ser adiada.

4 – Pessoas casadas com cidadãos israelenses ou residentes permanentes ou que sejam pais de cidadãos israelenses.

5 – Aqueles que viajam em missão patrocinada pelo Estado, como para fins de relações exteriores, conforme aprovado pelo Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Defesa ou Gabinete do primeiro ministro.

Aqueles que já receberam certificados de exceção não precisam se candidatar novamente; os certificados ainda são válidos.

A decisão de fechar os céus de Israel teve como pano de fundo taxas de infecção constantes, mas altas, impulsionadas em grande parte pela mutação britânica que entrou em Israel por meio de seu aeroporto. A mutação agora responde por entre 70% a 80% de todas as infecções no país.

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