Governo aprova “fechamento dos céus” até 31/1

O governo de Israel aprovou o fechamento do Aeroporto Ben Gurion a partir da próxima terça-feira (26 de janeiro) até o final do lockdown (31 de janeiro), exceto para casos excepcionais.

A chefe dos serviços públicos de saúde do Ministério da Saúde, Dra. Sharon Elrai-Price, disse: “Só agora estamos começando a ver a morbidade, a massa de pacientes críticos está apenas diminuindo. Não há dúvida de que é da variante inglesa. O perigo das variantes é um perigo real.”

A proibição de entrada em Israel inclui novos imigrantes fazendo aliá, marcando a primeira vez que a imigração sob a Lei de Retorno foi interrompida na história do país.

A ministra dos Transportes, Miri Regev, disse: “Quando os céus estiverem fechados, não haverá voos humanitários feitos por aviões particulares.”

O advogado Uri Schwartz, assessor jurídico do Ministério da Saúde, explicou que a regulamentação proibirá o pouso de aeronaves comerciais a partir da próxima terça-feira – com exceção de voos médicos, voos de carga e aeronaves de combate a incêndios. Haverá também um Comitê de Exceções para pessoas físicas nos casos não contemplados na regulamentação. “Dessa forma, evitaremos e restringiremos o tráfego aéreo.”

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O primeiro-ministro Netanyahu observou no início da reunião que na próxima semana haverá uma discussão sobre a estratégia de retirada da quarentena e também abordou a violação de diretrizes por parte do público ultraortodoxo.

O ministro da Defesa, Beni Gantz, também condenou a violação das diretrizes, dizendo: “Apelo aos líderes ultraortodoxos e ao público em geral – vocês não podem agir contrariamente às diretrizes do governo israelense. O vírus é um desafio para todos. Ninguém fecha as instituições da Torá porque ele quer fechar, pois a Torá é importante”.

Gantz pediu também um aumento imediato no valor das multas para dissuadir os infratores. “O aumento das multas não deve apenas ir para uma votação, mas deve ser totalmente aprovado no Knesset. É importante que isso aconteça”. Em resposta, o primeiro-ministro Netanyahu mais uma vez prometeu trabalhar pela aprovação da lei sem demora.

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