Israel dá adeus a 2020 em meio ao lockdown

Com um número recorde de pessoas vacinadas – quase 1 milhão de cidadãos –  e uma expectativa de que nas próximas semanas haja uma queda de doentes e contaminados, os israelenses deram as boas-vindas ao novo ano em meio a um terceiro bloqueio nacional para conter o aumento das infecções por coronavírus, e sob ameaça de uma ação policial para aqueles que infringissem as regras.

Helicópteros e drones foram usados para localizar reuniões proibidas e postos de controle foram montados nas estradas para impor restrições de movimento.

Ao contrário do Ano Novo Judaico (Rosh Hashaná), em setembro/outubro, o Dia de Ano Novo não é um feriado oficial em Israel, e as coisas funcionam normalmente. Em tempos sem pandemia, as lojas e shoppings abrem, as escolas funcionam normalmente e os escritórios trabalham a todo vapor.

Os israelenses chamam a véspera de Ano Novo de “Silvester” – um termo também usado em alguns países europeus, que se refere ao Papa Silvestre I do século IV, que morreu em 31 de dezembro.

Embora muitos israelenses marquem a chegada do Ano Novo, é um evento muito mais discreto do que nos países ocidentais e não há equivalente local para os fantásticos fogos de artifício como em capitais ao redor do mundo.

A Revista Bras.il confirma presença em 2021 e deseja a todos um ano de saúde, paz, alegrias e esperanças renovadas. Que possamos ultrapassar as dificuldades com sorrisos e os obstáculos com otimismo.

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