Polícia ainda não sabe como agir durante lockdown

Pouco mais de 24 horas antes do início da quarentena, a lista exata das instruções ainda não foi entregue à polícia, que declarou que não será capaz de tapar todos os buracos da política de fechamento iminente. Dificuldades significativas de fiscalização: controle do movimento de civis após Rosh Hashaná, sinagogas e praias.

A polícia não esconde o seu desagrado pelo fato de, até ao momento, não ter sido aprovada a lista exata de regras com base nos quais a ação da polícia deve ser determinada. Por exemplo, as complexas regras para as sinagogas têm poucas chance de serem estritamente impostas, da forma como estão redigidas atualmente.

Na véspera do feriado e durante os feriados, muitos postos de controle serão montados, o trânsito nas estradas será restrito e muitas multas serão aplicadas. Mas a partir de segunda-feira, quando muitas pessoas tiverem permissão para trabalhar, não haverá mais sentido em manter pontos de controle e restringir o tráfego.

Em relação às praias, é pouco provável que os policiais alocados impeçam as pessoas de praticar atividades esportivas nas proximidades, como caminhar ou correr, de entrar na água e dar um mergulho. Um alto oficial da polícia referiu-se ao fechamento iminente e disse: “Não espere que nós, a polícia, tapemos todos os buracos nesta política de fechamento que será imposta no país”.

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Vários pedidos foram apresentados à polícia na noite de ontem (quarta-feira) para manifestações de ultraortodoxos em todo o país. Desta forma, milhares de ultraortodoxos estão aparentemente tentando contornar o fechamento e as restrições ao movimento. A polícia disse: “Uma série de pedidos foram apresentados para manifestações em todo o país, e estes serão examinados como de costume.”

Foto: Porta-voz da Polícia (via N12)

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