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Supremo vai discutir cassação de Netanyahu

O Tribunal Superior ouvirá a petição para desqualificar Benjamin Netanyahu do cargo de primeiro-ministro, após a alegação de que ele está em conflito de interesses.

A juíza do Supremo, Ruth Ronen, decidiu nesta quinta-feira que a petição apresentada será apreciada pelo painel o mais rapidamente possível.

A petição é assinada por 39 altos funcionários em diversas áreas, inclusive o ex-comandante das FDI, Dan Halutz, e foi apresentada pela advogada Dafna Holtz Lachner em nome da organização “Fortaleza da Democracia”

Na petição, alega-se que Netanyahu se envolve na reforma judicial, violando o acordo no qual afirmava que não se envolveria devido ao seu julgamento, configurando o conflito de interesses, e que ele deveria ser afastado de seu cargo e levado para a prisão.

O Supremo Tribunal de Justiça decidiu que a petição seria transferida para uma audiência “o mais rápido possível”, com base em uma decisão que afirmava que os ministros não podem servir depois que uma acusação foi apresentada contra eles. Foi então argumentado que esta lei também se aplica ao Primeiro-Ministro, mas o tribunal decidiu que não se aplica neste caso.

Lachner disse, “expressamos grande satisfação pelo fato de que a Suprema Corte considerou oportuno discutir a difícil questão de saber se, em vista das graves violações cometidas por Netanyahu ao desrespeitar as proibições que lhe foram impostas, devido ao grave e poderoso conflito de interesses em que é acusado de graves crimes de difamação, impõe a desqualificação do seu mandato como primeiro-ministro”.

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“Acreditamos que o resultado inevitável é a cassação do mandato, pois não há sentido em proibir a presença de um eleito em conflito de interesse em seu cargo”, disse Lachner.

Fonte: Revista Bras.il a partir de N12 e Canal 13
Foto: Wikimedia Commons

Um comentário sobre “Supremo vai discutir cassação de Netanyahu

  • Cambada de imundos hipócritas estão cegos por não ver o verdadeiro conflito de interesses que transformou Israel na Ismael dos árabes e beduinos onde os cidadãos Judeus não alinhados com a agenda esquerdista são cidadãos de segunda classe!

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