Atraso na entrega pode interromper vacinação

Onze dias desde o início da vacinação – quando o número de vacinados se aproxima de 800.000 – o número de pessoas infectadas continua disparando.

Segundo o Ministério da Saúde, ontem mais de 5.600 novas infecções foram diagnosticadas pelo terceiro dia consecutivo.

O número de vacinados representa 7,44 por cento de toda a população, mantendo a posição de Israel como o país líder mundial em vacinação per capita, de acordo com estatísticas do site Our World in Data. O segundo lugar é do Bahrein com 3,37%, seguido do Reino Unido com 1,18%.

“Graças à equipe médica, graças à rápida implantação de nada menos que 257 postos de vacinação, em 11 dias da Operação Give a Shoulder, vacinamos quase 800.000 civis” disse o Ministro da Saúde

Ontem, foram realizados 95.125 testes corona, dos quais 5,5% foram considerados positivos.

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A campanha de vacinação em massa começou no início da semana passada e até agora tem se concentrado em profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos e grupos de risco. Os professores também estão sendo adicionados à lista.

Embora as vacinas ainda não estejam disponíveis para o público em geral, os centros de vacinação também abrem suas portas para todos ao final de cada dia, em um esforço para garantir que as unidades de vacinas disponíveis para uso imediato não sejam descartadas.

No entanto, a falta de uma nova remessa de vacinas significa que o ministério pode ser forçado a semicongelar a campanha por duas semanas em janeiro.

A menos que um acordo seja fechado para que os suprimentos de vacina da Pfizer cheguem antes do previsto em fevereiro, os estoques atuais se esgotarão em cerca de 10 dias no ritmo atual de inoculação.

A pausa permitiria que aqueles que receberam a primeira dose recebessem a segunda dose, mas as novas primeiras doses não seriam administradas.

Isso, por sua vez, provavelmente levará a um atraso na abertura da vacinação ao público em geral. Algumas autoridades haviam avaliado anteriormente que isso poderia acontecer dentro de uma semana ou mais, mas agora pode ser necessário esperar um mês e meio ou mais, disse um porta-voz do Ministério da Saúde.

O Ministro da Saúde, Yuli Edelstein, confirmou que seu ministério pode parar de administrar as primeiras doses por “um curto período, mas não haverá falta da segunda dose”.

O ministro acrescentou que está em contato com a Pfizer a fim de antecipar os pedidos de vacinas de fevereiro para janeiro.

Foto: Jose Menasseh Zagury

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