Israel suspende vigilância de celulares para COVID

Israel vai suspender o rastreamento de casos de coronavírus por celular no próximo mês, exceto para portadores que recusam o interrogatório epidemiológico ou no caso de um aumento nos contágios.

O método tem enfrentado desafios em tribunais e no Parlamento devido a questões de privacidade e dúvidas sobre sua eficácia. Alguns israelenses evitam usar seus celulares registrados em público na esperança de não serem rastreados e colocados em quarentena.

O comitê do Ministério dos Serviços de Inteligência que analisou o rastreamento decidiu que ele não seria estendido além de 20 de janeiro, quando uma lei que permite seu uso expira.

“A ferramenta servirá como uma rede de segurança a ser aplicada aos portadores de coronavírus que não colaborem com a investigação epidemiológica e em caso de aumento significativo da morbidade”, afirmou o ministério em nota.

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A vigilância por si só foi responsável por 7% das detecções de casos em Israel, com questionamentos por investigadores do Ministério da Saúde responsáveis ​​pelo restante.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu será, no sábado, a primeira pessoa em Israel a receber a vacina COVID-19 feita pela Pfizer e BioNTech.

Autoridades dizem que Israel terá vacinas suficientes até o final deste ano para as pessoas mais vulneráveis ​​e preveem um retorno à relativa normalidade em março.

Foto: Pixabay

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