Fim do bloqueio e os “passaportes verdes” falsos

Após a aprovação do Gabinete Corona, muitas atividades voltam a funcionar a partir do próximo domingo. Muitas delas mediante à apresentação do passaporte verde (para pessoas que tomaram as duas doses da vacina) ou a comprovação de que fizeram o teste com resultado negativo para Corona nas últimas 48 horas.

Paralelamente à euforia da reabertura do comércio, escolas, eventos culturais, academias, hotéis, restaurantes, locais de culto etc., o Ministério da Saúde enfrenta a luta contra a falsificação dos “passaportes verdes”. Em uma operação de fiscalização liderada pelo Ministério, muitos israelenses foram pegos tentando evitar a vacinação, o isolamento, o teste ou alegando ter se recuperado de Corona com comprovantes falsos.

Segundo o Dr. Roni Berkowitz, chefe do departamento de fiscalização do Ministério da Saúde, que liderou a operação de auditoria e inspeção, muitos passageiros que desembarcaram no Aeroporto Ben Gurion apresentaram certificados falsos adquiridos no país e no exterior.

“Estamos fazendo tudo o que podemos para evitar isso e tomaremos todas as medidas a nossa disposição contra esses falsificadores. Estas pessoas estão colocando todos nós em perigo, espalhando a doença e trazendo novas cepas”, disse Berkowitz.

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Preocupado com a falsificação desses passes, o Ministério da Saúde deve iniciar a emissão de um certificado digital que incluirá um código de barras que dificultará o procedimento de falsificação.

De acordo com o coordenador do coronavírus de Israel, Prof. Nachman Ash, os israelenses terão que usar um aplicativo como prova ou imprimir certificados com código de barras para provar seu status.

De acordo com o Canal 12, os israelenses poderão baixar o aplicativo – que ainda não está funcionando – inserir seus dados pessoais e, em um minuto, receber uma autorização que será escaneada na entrada do estabelecimento.

Para quem não tem smartphones – principalmente entre as comunidades ultraortodoxas – eles poderão imprimir um certificado com um código de barras que também pode ser lido na entrada dos locais. As autoridades esperam que o código de barras seja suficiente para deter as falsificações. No entanto, Ash disse que qualquer pessoa que obtiver acesso não autorizado a áreas e eventos restritos estará sujeita a punições severas.

O Ministério da Saúde ainda está debatendo quais punições seriam aplicadas àqueles que tentassem burlar as regras, mas é provável que aqueles que falsificarem os certificados de “passe verde” estejam sujeitos a processo criminal.

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